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Thursday, February 3, 2022

Os setores da Bolsa que se beneficiam com a Selic a 10,75% - E-Investidor

Na quarta-feira (12), o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou mais uma vez a taxa básica de juros (Selic), agora a 10,75% ao ano. Mesmo com a renda fixa nos holofotes e os investidores mais avessos ao risco, especialistas reforçam que a preocupação com os novos ajustes nos juros já foi precificada no Ibovespa. O aumento da taxa, portanto, não deve puxar o índice para baixo, a não ser que o órgão apresente variáveis surpresas.

“A curva de juros já está precificada nos preços dos ativos da Bolsa. Na próxima reunião, esperamos mais uma alta. Se isso acontecer, vai ser bom para a Bolsa porque as ações estão com preços atrativos”, diz Kaue Franklin, especialista em renda variável do Grupo Aplix.

No acumulado do ano, o índice cresce cerca de 7%, uma leve recuperação comparada à queda de quase 12% em 2021. Esse movimento pode ser considerado uma análise técnica, ou seja, compra de ativos com preços considerados  descontados, especialmente para os investidores internacionais. Porém, é necessário ter atenção.

“O investidor não deve comprar qualquer ação da bolsa porque vê um preço barato. É preciso seguir bons analistas e entender quem tem mais chances de ganhos ao longo do tempo”, diz Eduardo Teles, analista de renda variável da Blue3.

Com preços melhores na renda variável, o investimento estrangeiro voltou a ganhar tração no país. Na última segunda-feira (31), investidores estrangeiros ingressaram com R$ 1,88 bilhão nas ações já listadas da B3, dia em que o Ibovespa fechou em alta de 0,21%, aos 112.143,51 pontos.

Fatores externos no futuro dos juros e da Bolsa

Enquanto o Banco Central do Brasil chega à oitava elevação da Selic, o equivalente norte-americano Federal Reserve (Fed) anunciou que deve aumentar os juros do país nos próximos meses. Esse movimento também influencia alguns setores da Bolsa brasileira.

“Quando a curva de juros começar a cair, ela vai acelerar a Bolsa para cima, que já chegou a um patamar atrativo de compra. O grande problema é se isso não acontecer e se os EUA aumentarem mais do que já é projetado”, alerta Franklin, do Grupo Aplix.

Por outro lado, cenários geopolíticos capazes de causar danos à cadeia produtiva podem resultar em aumento ainda maior da inflação, como é o caso da tensão entre Rússia e Ucrânia espelhada nas relações comerciais e, inclusive, bélicas com Estados Unidos e Europa.

Segundo Marcelo Boragini, especialista em renda variável da Davos, o Brasil pode se tornar mais atrativo entre os mercados emergentes pelos preços descontados, assim como a saída de alocação na Rússia por receio das tensões geopolíticas.

Os setores mais impactados com a alta da Selic

Olhando diretamente para os ativos na Bolsa de valores, alguns papéis e setores podem ser penalizados com a alta dos juros. Segundo Leandro Saliba, head de renda variável da AF Invest, o grupo mais castigado são as empresas alavancadas, ou seja, as que possuem dívidas. Isso acontece porque o custo com as despesas cresce, diminuindo os lucros.

Na prática, os setores que dependem de mais renda da população vão sentir mais neste momento. “Com inflação mais alta em alimentos, energia e bem essenciais, as pessoas tendem a comprar menos, o que impacta diretamente no varejo”, indica.

Além disso, à medida que os juros aumentam, as taxas de financiamento de imóveis são elevadas, fazendo com que os brasileiros repensem antes de fechar um contrato, o que reflete na perda de atratividade das empresas de construção civil.

O porta-voz da AF Invest ainda aponta que as boas pagadoras de dividendos, como companhias do setor elétrico, sofrem com a competitividade do retorno dos juros e da inflação. “NEste setor, existem empresas chamadas de proxy bonds, que funcionam como renda fixa. Quando os juros concorrem, há uma migração desse tipo de ação distribuidora de dividendos para a renda fixa”, diz Saliba.

Na outra ponta, com o maior custo de spread bancário, as empresas financeiras também ampliam vantagem por lucrar com o aumento dos juros em empréstimos e financiamentos, por exemplo.

“Nem tudo é tão ruim como parece. O setor bancário consegue capturar ganhos maiores com os spreads bancários, a diferença entre o custo de captação e os juros cobrados do cliente final”, afirma Boragini, da Davos.

5 impactos da Selic na renda variável

Alexandre Brito, sócio e gestor da Finacap Investimentos, lista cinco influências diretas da Selic na Bolsa de Valores.

  • Aumento do prêmio de risco exigido pelos investidores: quem aplicar na renda variável, vai exigir um retorno maior por conta do risco em contraposição à maior segurança da renda fixa
  • Precificação do valor justo das empresas: para definir o valor justo, analistas projetam o fluxo de caixa futuro, trazendo o somatório para valor presente. Para fazer esse valuation, é necessário fazer uma taxa de desconto, ou seja, o retorno que o investidor tem em renda fixa somado ao prêmio pelo risco. Quando aumenta o prêmio pelo risco, o valor justo cai
  • Migração de investidores institucionais e pessoas físicas para a renda fixa, já que ela oferece um risco menor, como um retorno que atenda às necessidades
  • Desaceleração da economia para controlar uma expectativa de inflação futura, fazendo com que alguns setores sintam mais impacto e outros menos
  • Aumento de custo de capital para as empresas: enquanto algumas empresas têm amplo acesso ao mercado de capitais, inclusive aos internacionais, como as blue-chips, as small caps e empresas mais suscetíveis às flutuações econômicas vão sentir mais, como é o caso de varejo, construção civil, tecnologia.

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Lula diz que não manterá preço de combustível vinculado ao dólar se for eleito - Folha

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (3) que, em um eventual novo governo, não manterá o preço dos combustíveis vinculado ao dólar, como ocorre atualmente com a política de preços praticada pela Petrobras.

"Nós não vamos manter o preço dolarizado. Eu acho que os acionistas de Nova York, os acionistas do Brasil, têm direito de receber dividendos quando a Petrobras der lucro, mas é importante que a gente saiba que a Petrobras tem que cuidar do povo brasileiro", disse o ex-presidente em uma entrevista a RDR (Rede de Rádios do Paraná).

"Eu não posso enriquecer um acionista americano e empobrecer a dona de casa que vai comprar um quilo de feijão e paga mais caro por causa do preço da gasolina ."

A política de preços dos combustíveis da Petrobras foi alterada no governo do ex-presidente Michel Temer. Sob alegação de que o controle de preços rígido implementado no governo da ex-presidente Dilma Rousseff gerou prejuízo para a estatal e inibia investimentos, passou-se a adotar uma política que acompanha o preço do petróleo no mercado externo, combinado com a variação do dólar, com reajustes frequentes.

Lula fez ainda a avaliação que parte da inflação vem de preços controlados pelo governo e afirmou que é necessário coragem para mexer em preços controlados pelo Estado.

"Quase 40% da inflação hoje é por preços controlados pelo governo. É o governo que controla energia, que controla petróleo, gás, óleo diesel. Se o governo tiver coragem, ele pode reduzir um pouco. Mas ele não tem coragem, o que ele quer fazer é vender, porque ele não sabe criar. Então vende. Isso não é governar, é destruir o patrimônio", disse o ex-presidente.

Lula é hoje o primeiro colocado em todas as pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro, com ampla vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro, que aparece isolado na segunda colocação.

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Wednesday, February 2, 2022

Veja lista das ocupações com os 100 maiores e menores salários de contratação no país em 2021 - G1

País registra em 2021 saldo positivo de 2,7 milhões de empregos com carteira assinada

País registra em 2021 saldo positivo de 2,7 milhões de empregos com carteira assinada

Os cargos de direção executiva e atividades ligadas a áreas como finanças, engenharia, tecnologia da informação e saúde tiveram os maiores salários médios de contratação com carteira assinada no país em 2021, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência.

Diretor de crédito (exceto crédito imobiliário), diretor de riscos de mercado, diretor de produtos bancários e dramaturgo de dança foram as ocupações com maior salário médio de admissão em 2021, passando dos R$ 30 mil.

Enquanto isso, o salário médio de contratação no país ficou em R$ 1.921,19 no ano passado, contra R$ 2.000,26 em 2020. Foi a primeira queda em 5 anos.

Os salários iniciais médios mais altos de 2021 foram os pagos para serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (R$ 2.175), enquanto que os mais baixos foram os de serviços domésticos (R$ 1.410) e de alojamento e alimentação (R$ 1.445,21) – segmento que foi um dos mais afetados pela pandemia e que ainda não conseguiu retomar o patamar de atividade pré-Covid.

Salário médio real de admissão por atividade em 2021 — Foto: Economia g1

Salário médio real de admissão por atividade em 2021 — Foto: Economia g1

Os salários médios se referem especificamente ao valor de remuneração dos profissionais contratados no ano e não podem ser usados como média salarial da ocupação, ressalta o governo.

O Brasil criou 2.730.597 postos com carteira assinada em 2021, segundo dados do Caged divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Veja os 100 cargos com maiores salários de contratação:

  1. Diretor de Crédito (Exceto Crédito Imobiliário): R$ 37.134,38
  2. Diretor de Riscos de Mercado: R$ 34.718,47
  3. Diretor de Produtos Bancários: R$ 34.385,11
  4. Dramaturgo de Dança: R$ 30.219,01
  5. Diretor de Serviços de Informática: R$ 28.050,65
  6. Diretor de Recuperação de Créditos em Operações de Intermediação Financeira: R$ 26.117,49
  7. Diretor de Recursos Humanos: R$ 25.790,85
  8. Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): R$ 24.399,44
  9. Diretor Comercial: R$ 21.600,47
  10. Diretor de Produção e Operações da Indústria de Transformação, Extração Mineral e Utilidades: R$ 21.188,14
  11. Diretor de Suprimentos: R$ 21.159,74
  12. Gerente de Empresa Aérea em Aeroportos: R$ 21.068,59
  13. Diretor de Marketing: R$ 20.444,27
  14. Diretor Comercial em Operações de Intermediação Financeira: R$ 20.356,63
  15. Diretor de Relações de Trabalho: R$ 20.114,00
  16. Médico Legista: R$ 19.090,93
  17. Diretor de Mercado de Capitais: R$ 18.891,89
  18. Diretor de Câmbio e Comércio Exterior: R$ 17.502,88
  19. Gerente de Segurança de Tecnologia da Informação: R$ 16.655,05
  20. Diretor de Programas de Televisão: R$ 16.334,24
  21. Gerente de Administração em Aeroportos: R$ 16.167,37
  22. Médico em Medicina Intensiva: R$ 15.327,76
  23. Diretor Financeiro: R$ 14.935,53
  24. Gerente de Desenvolvimento de Sistemas: R$ 14.626,86
  25. Diretor de Compliance: R$ 14.394,72
  26. Diretor de Planejamento Estratégico: R$ 13.769,15
  27. Médico da Estratégia de Saúde da Família: R$ 13.764,32
  28. Diretor de Serviços de Saúde: R$ 13.245,10
  29. Médico Nutrologista: R$ 13.222,67
  30. Diretor de Produção e Operações em Empresa Agropecuária: R$ 13.201,19
  31. Diretor de Crédito Imobiliário: R$ 13.193,88
  32. Engenheiro de Minas (Lavra a Céu Aberto): R$ 13.042,17
  33. Diretor de Operações de Servicos de Armazenamento: R$ 12.899,62
  34. Engenheiro Químico (Utilidades e Meio Ambiente): R$ 12.813,18
  35. Engenheiro de Minas (Lavra Subterrânea): R$ 12.629,69
  36. Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): R$ 12.386,55
  37. Gerente de Produção de Tecnologia da Informação: R$ 12.386,36
  38. Engenheiro Civil (Pontes e Viadutos): R$ 12.347,38
  39. Engenheiro de Minas (Projeto): R$ 11.988,39
  40. Professor de Literatura Francesa: R$ 11.927,02
  41. Engenheiro de Minas (Planejamento): R$ 11.865,09
  42. Pesquisador em Economia: R$ 11.862,61
  43. Médico de Família e Comunidade: R$ 11.853,40
  44. Diretor de Produção e Operações em Empresa Pesqueira: R$ 11.826,12
  45. Gerente de Produtos Bancários: R$ 11.797,14
  46. Ator: R$ 11.739,64
  47. Engenheiro Naval: R$ 11.578,88
  48. Arquiteto de Soluções de Tecnologia da Informação: R$ 11.335,63
  49. Engenheiro Químico (Petróleo e Borracha): R$ 11.321,21
  50. Gerente de Grandes Contas (Corporate): R$ 11.298,44
  51. Gerente de Segurança Operacional (Aviação Civil): R$ 11.273,93
  52. Engenheiro de Minas: R$ 11.239,42
  53. Médico em Medicina Nuclear: R$ 11.214,97
  54. Tecnólogo em Petróleo e Gás: R$ 11.211,35
  55. Gerente de Projetos de Tecnologia da Informação: R$ 11.178,89
  56. Engenheiro de Telecomunicações: R$ 11.140,45
  57. Engenheiro Aeronáutico: R$ 11.129,85
  58. Diretor Geral de Empresa e Organizações (Exceto de Interesse Público): R$ 11.127,62
  59. Engenheiros de Sistemas Operacionais em Computação: R$ 11.085,82
  60. Médico Patologista Clínico / Medicina Laboratorial: R$ 11.069,22
  61. Engenheiro de Minas (Processo): R$ 11.017,57
  62. Astrônomo: R$ 10.986,35
  63. Engenheiro Mecânico (Energia Nuclear): R$ 10.985,19
  64. Diretor Administrativo e Financeiro: R$ 10.978,37
  65. Engenheiro Civil (Túneis): R$ 10.905,77
  66. Diretor de Operações Comerciais (Comércio Atacadista e Varejista): R$ 10.761,85
  67. Engenheiro de Minas (Beneficiamento): R$ 10.748,65
  68. Diretor de Programação: R$ 10.712,56
  69. Engenheiro Civil (Geotecnia): R$ 10.681,13
  70. Diretor Administrativo: R$ 10.596,49
  71. Médico em Medicina de Tráfego: R$ 10.590,21
  72. Diretor de Produção e Operações em Empresa Florestal: R$ 10.551,99
  73. Gerente de Rede: R$ 10.502,58
  74. Engenheiro de Materiais: R$ 10.489,06
  75. Procurador Autárquico: R$ 10.474,79
  76. Diretor de Redação: R$ 10.453,04
  77. Diretor de Operações de Obras Pública e Civil: R$ 10.427,95
  78. Físico (Óptica): R$ 10.398,75
  79. Diretor de Criação: R$ 10.330,89
  80. Matemático Aplicado: R$ 10.309,62
  81. Pesquisador de Medicina Básica: R$ 10.300,93
  82. Engenheiro de Aplicativos em Computação: R$ 10.280,48
  83. Diretor de Contas (Publicidade): R$ 10.186,52
  84. Médico Generalista: R$ 10.043,18
  85. Médico Radiologista Intervencionista: R$ 9.993,15
  86. Engenheiro de Minas (Pesquisa Mineral): R$ 9.953,91
  87. Oficial Superior de Máquinas da Marinha Mercante: R$ 9.903,71
  88. Engenheiro Civil (Ferrovias e Metrovias): R$ 9.817,99
  89. Físico (Nuclear e Reatores): R$ 9.777,36
  90. Comandante da Marinha Mercante: R$ 9.760,38
  91. Engenheiro de Logística: R$ 9.745,20
  92. Diretor Teatral: R$ 9.645,26
  93. Engenheiro Metalurgista: R$ 9.603,63
  94. Profissional de Relações com Investidores: R$ 9.531,18
  95. Geólogo de Engenharia: R$ 9.466,24
  96. Engenheiro Civil (Hidrologia): R$ 9.361,64
  97. Diretor de Operações de Serviços de Transporte: R$ 9.355,00
  98. Matemático: R$ 9.290,66
  99. Médico Geneticista: R$ 9.286,36
  100. Gerente de Comunicação: R$ 9.268,13

Menores salários

Entre as ocupações com menores salários médios de admissão, oito registraram valores abaixo do salário mínimo em vigor no ano passado (R$ 1.100).

Veja os 100 cargos com menores salários:

  1. Psicólogo acupunturista: R$ 758,51
  2. Apresentador de Festas Populares: R$ 773,44
  3. Gandula: R$ 914,56
  4. Professor de Literatura Espanhola: R$ 918,42
  5. Classificador de Fumo: R$ 1.003,27
  6. Carregador (Aeronaves): R$ 1.016,21
  7. Doula: R$ 1.069,33
  8. Técnico em Carcinicultura: R$ 1.094,68
  9. Esotérico: R$ 1.119,16
  10. Artesão Crocheteiro: R$ 1.148,77
  11. Trabalhador na Cultura de Dendê: R$ 1.149,44
  12. Charuteiro à mão: R$ 1.157,87
  13. Trabalhador da Exploração de Bacaba: R$ 1.162,77
  14. Trabalhador da Exploração de Castanha: R$ 1.165,12
  15. Trabalhador na Cultura de Canola: R$ 1.165,70
  16. Trabalhador da Cultura de Fumo: R$ 1.167,07
  17. Trabalhador no Cultivo de Espécies Frutíferas Rasteiras: R$ 1.168,47
  18. Criador de Camarões: R$ 1.174,73
  19. Produtor de Forrações: R$ 1.175,81
  20. Criador de Bubalinos (Leite): R$ 1.176,18
  21. Oficial do Registro de Títulos e Documentos: R$ 1.179,08
  22. Produtor de Cana de açúcar: R$ 1.179,66
  23. Produtor de Cacau: R$ 1.180,60
  24. Sacristão: R$ 1.182,88
  25. Produtor da Cultura de Linho: R$ 1.183,95
  26. Baiana de Acarajé: R$ 1.185,79
  27. Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo: R$ 1.188,67
  28. Cirurgião Dentista - Reabilitador Oral: R$ 1.194,28
  29. Trabalhador da Extração de Substâncias Aromáticas, Medicinais e Tóxicas, em Geral: R$ 1.195,40
  30. Cesteiro: R$ 1.195,93
  31. Trabalhador no Cultivo de Trepadeiras Frutíferas: R$ 1.196,86
  32. Ferrador de Animais: R$ 1.198,67
  33. Artesão com Material Reciclável: R$ 1.201,61
  34. Agente Indígena de Saúde: R$ 1.201,99
  35. Trabalhador da Exploração de Malva (Paina): R$ 1.206,35
  36. Profissional do Sexo: R$ 1.208,50
  37. Trabalhador da Exploração de Andiroba: R$ 1.211,10
  38. Moedor de Sal: R$ 1.212,62
  39. Trabalhador da Cultura de Guaraná: R$ 1.213,14
  40. Pescador Artesanal de Lagostas: R$ 1.215,77
  41. Agente Indígena de Saneamento: R$ 1.226,23
  42. Bilheteiro (Estações de Metrô, Ferroviárias e Assemelhadas): R$ 1.228,27
  43. Chapeleiro (Chapéus de Palha): R$ 1.228,27
  44. Pedicure: R$ 1.244,06
  45. Trabalhador da Cultura de Cacau: R$ 1.248,85
  46. Operador de Reator de Coque de Petróleo: R$ 1.251,10
  47. Operador de Telemarketing Ativo: R$ 1.252,04
  48. Trabalhador da Exploração de Coco Da Praia: R$ 1.255,56
  49. Bilheteiro no Serviço de Diversões: R$ 1.255,87
  50. Trabalhador da Exploração de Raízes Produtoras de Substâncias Aromáticas, Medicinais e Tóxicas: R$ 1.256,02
  51. Refinador de Sal: R$ 1.256,98
  52. Relojoeiro (Fabricação): R$ 1.257,68
  53. Gelador Profissional: R$ 1.258,87
  54. Trabalhador Polivalente da Confecção de Calçados: R$ 1.259,38
  55. Produtor na Olericultura de Raízes, Bulbos e Tubérculos: R$ 1.260,18
  56. Trabalhador na Apicultura: R$ 1.261,96
  57. Jornaleiro (Em Banca de Jornal): R$ 1.263,44
  58. Confeccionador de Artefatos de Couro (Exceto Sapatos): R$ 1.266,33
  59. Recebedor de Apostas (Loteria): R$ 1.269,76
  60. Ajudante de Carvoaria: R$ 1.271,56
  61. Boneleiro: R$ 1.272,67
  62. Diretor de Crédito Rural: R$ 1.276,90
  63. Poeta: R$ 1.278,35
  64. Operador de Extração de Café Solúvel: R$ 1.280,69
  65. Artesão do Couro: R$ 1.280,90
  66. Degustador de Derivados de Cacau: R$ 1.285,34
  67. Guarda Portuário: R$ 1.285,37
  68. Produtor de Erva-Mate: R$ 1.286,51
  69. Trabalhador no Cultivo de Flores e Folhagens de Corte: R$ 1.286,70
  70. Modelo Publicitário: R$ 1.290,28
  71. Cirurgião Dentista - Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial: R$ 1.290,47
  72. Trabalhador da Exploração de Açaí: R$ 1.292,81
  73. Palecionador de Couros e Peles: R$ 1.296,67
  74. Produtor de Flores de Corte: R$ 1.298,11
  75. Confeccionador de Velas por Imersão: R$ 1.300,41
  76. Agenciador de Propaganda: R$ 1.304,89
  77. Operador de Externa (Rádio): R$ 1.305,85
  78. Recepcionista de Casas de Espetáculos: R$ 1.306,25
  79. Estirador de Couros e Peles (Preparação): R$ 1.306,89
  80. Artesão Confeccionador de Biojoias e Ecojoias: R$ 1.307,33
  81. Camareiro de Embarcações: R$ 1.307,73
  82. Carvoeiro: R$ 1.308,26
  83. Operador de Preservação e Controle Térmico: R$ 1.309,21
  84. Faxineiro: R$ 1.309,46
  85. Classificador de Toras: R$ 1.309,88
  86. Preparador de Fumo na Fabricação de Charutos: R$ 1.312,81
  87. Frentista: R$ 1.313,22
  88. Trabalhador de Serviços de Limpeza e Conservação de Áreas Públicas: R$ 1.314,15
  89. Preparador de Couros Curtidos: R$ 1.315,83
  90. Misturador de Café: R$ 1.317,76
  91. Trabalhador de Extração Florestal, em Geral: R$ 1.318,31
  92. Trabalhador da Cultura do Rami: R$ 1.319,32
  93. Ciclista Mensageiro: R$ 1.319,64
  94. Oleiro (Fabricação de Telhas): R$ 1.320,23
  95. Instalador-Reparador de Equipamentos de Energia em Telefonia: R$ 1.320,69
  96. Trabalhador da Exploração de Piacava: R$ 1.320,85
  97. Lavador de Garrafas, Vidros e Outros Utensílios: R$ 1.321,97
  98. Trabalhador da Cunicultura: R$ 1.321,98
  99. Professor de Astronomia (Ensino Superior): R$ 1.322,52
  100. Manicure: R$ 1.322,56

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Veja lista das ocupações com os 100 maiores e menores salários de contratação no país em 2021 - G1
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Venda de veículos novos despenca em janeiro, diz Fenabrave - G1

Venda de veículos novos despenca em janeiro, diz Fenabrave — Foto: Darren Staples/Reuters

Venda de veículos novos despenca em janeiro, diz Fenabrave — Foto: Darren Staples/Reuters

Os licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no Brasil recuaram 38,9% em janeiro na comparação com dezembro e 26,1% com relação a janeiro de 2021, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Em janeiro deste ano, 126.486 unidades desses veículos foram vendidos. Só de carros foram 92.212 unidades.

"O resultado é conjuntural e acontece, principalmente, em função dos baixos estoques das concessionárias, em dezembro, e da persistente falta de produtos, ainda provocada pela escassez de insumos e componentes", afirma José Maurício Andreta Jr., presidente da Fenabrave.

Além desses fatores, o presidente da entidade destaca a alta nas taxas de juros, que restringiu a aprovação de crédito para financiamentos, e a queda na renda do consumidor, pelo aumento da inflação.

Também atrapalham o setor as fortes chuvas, em vários estados do país, e o aumento do contágio de coronavírus pela variante ômicron, que provocam a queda na passagem de consumidores pelas lojas.

"Avaliando a sazonalidade, lembro que, em janeiro, a renda familiar fica mais comprometida, em função dos impostos e gastos com matrículas e materiais escolares, por exemplo, o que acaba afetando a decisão de compra do consumidor”, completa Andreta.

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Venda de veículos novos despenca em janeiro, diz Fenabrave - G1
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Tuesday, February 1, 2022

'Muito dinheiro' e 'pouca efetividade’, diz secretário de Guedes sobre fundo para tentar frear alta de combustíveis - G1

O secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, afirmou nesta terça-feira (1º) que a proposta de criar um fundo para estabilizar o preço dos combustíveis gastaria muito dinheiro público para gerar um impacto pequeno nas bombas.

"Não acho que um fundo de estabilização seja uma solução. Acho que é muito dinheiro para pouca efetividade", afirmou.

Como parte do pacote elaborado pelo governo para tentar amenizar a escalada nos preços dos combustíveis, o Executivo chegou a avaliar a criação de um fundo de estabilização dos preços.

A estratégia seria usar parte da arrecadação federal com os royalties do petróleo para evitar que a Petrobras e outras importadoras repassem aos consumidores a elevação no preço internacional. A equipe econômica, no entanto, passou a descartar publicamente essa proposta.

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Em evento virtual promovido por um banco privado, nesta terça, Colnago afirmou que os preços dos combustíveis não aumentaram só no Brasil e citou dois motivos "internacionais" para a alta – a valorização do dólar e a elevação do preço dos barris de petróleo.

"Não creio que a gente tenha força suficiente para mudar um preço que de certa forma é mundial, é dado por mercados muito maiores que a gente", ponderou o secretário.

Pela manhã, o ministro Paulo Guedes havia dito que mais de 80% dos fundos de estabilização de outros países "deram errado" e "custam muito para a população".

Veja, no vídeo abaixo, alguns dos motivos que levaram à alta recente dos combustíveis:

Gasolina acima de R$ 8: entenda os motivos da alta no preço dos combustíveis no Brasil

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Déficit complica cenário

Ainda sobre o tema, Colnago disse avaliar que uma redução de tributos sobre os combustíveis seria mais efetiva para combater a alta desses preços – mesmo que apenas no curto prazo.

O secretário ponderou, no entanto, que as contas do governo federal ainda estão no vermelho (déficit público), e que esse tipo de medida geraria custos adicionais ao Tesouro.

"[Reduzir impostos] Seria menos caro que um fundo e teria efeito de curto prazo. Mas o ideal seria que a gente tivesse superávit", declarou.

Colnago afirmou ainda que, mesmo se o governo escolhesse reduzir impostos para ajudar no combate à inflação, seria preferível cortar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – tributo que incide sobre a cadeia de produção e, segundo ele, poderia ser reduzido para aumentar a competitividade da indústria nacional.

"Vejo com melhores olhos do que a redução de tributos nos combustíveis, porque você teria uma redução geral para a indústria", avaliou. "É uma medida de maior qualidade", concluiu.

Lei de Responsabilidade Fiscal

Colnago também foi questionado sobre a possibilidade de o governo ter que contornar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para reduzir a tributação dos combustíveis.

A LRF impede que o governo aumente seus gastos ou corte receitas de modo permanente sem indicar uma fonte de compensação. Como o governo enfrenta dificuldades para indicar essa fonte, pode acabar enviando ao Congresso um projeto que reduza a carga tributária de modo temporário.

O secretário de Tesouro e Orçamento afirmou no evento que a LRF é um instrumento tão efetivo quanto o teto de gastos para melhorar as contas públicas — mas admitiu que, na prática, a lei vem sendo contornada "de vez em quando".

"Há uma dificuldade muito grande de você contornar esses mecanismos fiscais. Eles são contornados de vez em quando? Sim, mas para fazer esse contorno você tem que ter todo um conjunto de parlamentares, da sociedade, e parte do Executivo que entenda que aquele contorno se justifica", afirmou.

Como mecanismo para aprimorar as leis que tentam controlar as despesas públicas, o secretário sugeriu uma revisão mais frequente de benefícios tributários, que também geram uma renúncia de arrecadação para o governo e diminuem o espaço para remanejamentos.

"É cada vez mais importante que a gente mantenha e amplie aquilo que traz retorno para a sociedade e reveja, diminua aquilo que não está trazendo", disse.

Superávit das contas públicas não deve se repetir neste ano

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Dólar cai 4,8% em janeiro e real é vice-líder no mundo; fevereiro começa com atenção a BCs e emprego nos EUA - InfoMoney

SÃO PAULO, 31 Jan (Reuters) – O dólar terminou janeiro no ritmo que embalou boa parte do mês, mostrando forte queda, para uma mínima em mais de quatro meses, e quebrando importante suporte técnico, num dia amplamente favorável a moedas e outros ativos de risco após uma sequência de turbulentas semanas nas praças financeiras globais.

Por aqui, os números fiscais de dezembro decepcionaram, mas de toda forma o país terminou 2021 com o primeiro superávit primário em oito anos, com as medidas de dívida vindo melhores do que as expectativas do mercado. E fevereiro começa com atenção a decisões de política monetária (inclusive no Brasil) e a dados do mercado de trabalho norte-americano.

O dólar à vista BRBY fechou esta segunda-feira em baixa de 1,59%, a 5,3059 reais. É o menor valor desde 22 de setembro do ano passado (5,3033 reais). Na mínima intradiária, a cotação chegou a descer para 5,2848 reais (-1,98%).

O declínio percentual diário foi o mais forte desde o último dia 19 (-1,68%), o que afundou o dólar abaixo de sua média móvel linear de 200 dias pela primeira vez desde setembro do ano passado.

O real figurou entre os melhores desempenhos nos mercados globais de câmbio neste pregão.

No acumulado de janeiro, o dólar recuou 4,80%. É a maior desvalorização mensal desde novembro de 2020 (-6,82%) e a mais expressiva para meses de janeiro desde 2019 (-5,57%).

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A moeda brasileira também foi destaque na performance mensal. Com ganho de 5,04%, o real só ficou atrás do peso chileno CLP= (+6,4%) na seleta lista de divisas que conseguiram começar o ano vencendo o dólar. De 33 importantes pares, o dólar só perdeu valor em janeiro contra dez.

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Nesta segunda, o comportamento da taxa de câmbio se manteve alinhado com os rumos do dólar no exterior. O índice do dólar frente a uma cesta de divisas de países ricos =USD acelerou as perdas para 0,6% no fim da tarde, nas mínimas da sessão. Divisas emergentes dominavam a lista de ganhadores do dia, com lira turca TRY= (+1,9%) e florim húngaro HUF= (+1,8%), além do real, na dianteira.

Em Nova York, as bolsas de valores tentavam se manter em alta, o que favorecia a tomada de risco em outras partes do mundo, movimento que beneficia moedas emergentes, caso do real.

Janeiro foi marcado por turbulência em várias classes de ativos, mas a de moedas emergentes resistiu, com analistas comentando que investidores deixaram posições em mercados ricos e apostaram em ativos de praças vistas como descontadas –com o Brasil despontando entre as preferências.

O economista-chefe do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês), Robin Brooks, disse no Twitter que os mercados emergentes conseguiram passar bem pela tremedeira de janeiro porque, de toda forma, as taxas de juros de longo prazo nos EUA seguem em patamares baixos.

“Os juros de curto prazo nos EUA não importam para os mercados emergentes”, disse. As taxas de curto prazo –mais correlatas a expectativas de mudanças de juros nos EUA– dispararam em janeiro, indicando elevações de juros pelo Fed ao longo de 2022.

Sobre o real, ele disse que o grande fluxo negativo de investidores locais em 2021 aparentemente acabou. Com isso, o IIF mantém estimativa de taxa “justa” de 4,50 reais por dólar. “Coisas boas no balanço de pagamentos estão acontecendo para sustentar isso, incluindo um déficit em conta corrente menor do que o pré-Covid e os primeiros sinais de que os fluxos de portfólio estão voltando”, afirmou.

Mais no curto prazo, a apreciação recente do real já coloca a moeda brasileira em patamares que podem chamar compras de dólar. “Apesar dos comentários de que o real pode se fortalecer até 5,05 por dólar, não acreditamos. Achamos que a grande correção já foi”, comentou Alfredo Menezes, gestor na Armor Capital.

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Caixa libera consulta ao abono salarial de até R$ 1.212; veja como fazer - UOL Economia

A Caixa Econômica Federal liberou hoje (1º) a consulta ao abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) de 2022 pelos beneficiários nascidos de janeiro a junho, além dos trabalhadores dos municípios afetados pelas fortes chuvas na Bahia e em Minas Gerais. Para os demais, os valores serão disponibilizados nos próximos meses.

O pagamento do abono do PIS, que tem valor de até um salário mínimo (R$ 1.212), começa na próxima terça (8) e vai até 31 de março. A consulta, segundo a Caixa, pode ser feita nos aplicativos Caixa Tem e Caixa Trabalhador ou pelo telefone 0800-726-0207 (Atendimento Caixa ao Cidadão). (Veja o passo a passo abaixo)

Como consultar o valor?

Caixa Tem

  • abra o aplicativo e insira seu CPF e sua senha de acesso para entrar. Se for seu primeiro acesso, será preciso fazer um cadastro;
  • clique em "não sou um robô";
  • abra a lista de serviços disponíveis e clique em "abono salarial". Lá, é possível consultar valores e ainda movimentar eventuais saldos existentes.

Caixa Trabalhador

  • abra o aplicativo e clique em "acessar";
  • digite seu CPF e clique em "próximo". Se for seu primeiro acesso, será preciso fazer um cadastro;
  • digite sua senha;
  • clique em "abono salarial" para consultar os valores.

No Caixa Trabalhador, ainda é possível consultar o calendário de pagamentos e simular o valor do abono, caso ainda não esteja disponível. Para tanto, basta clicar em "calculadora do abono".

Quem tem direito ao abono?

Têm direito a receber o abono todos os servidores e trabalhadores da iniciativa privada que receberam, no máximo, dois salários mínimos mensais, em média, em 2020. O cidadão também precisa ter inscrição no PIS (setor privado) ou no Pasep (servidores) há pelo menos cinco anos.

No caso dos trabalhadores do setor privado, também é preciso ter atuado com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2020.

Todos os cidadãos ainda precisam ter seus dados corretamente informados pelo empregador ao governo.

Para confirmar se têm ou não direito ao abono em 2022, os trabalhadores podem acessar os canais do Ministério do Trabalho e Previdência (aplicativo Carteira de Trabalho Digital, site oficial ou telefone 158).

Qual é o valor do benefício?

O valor do abono é proporcional ao período em que o trabalhador esteve empregado com carteira assinada em 2020. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 101.

Portanto, para saber quanto irá receber, basta que o trabalhador multiplique o número de meses em que teve carteira assinada em 2020 por R$ 101. Períodos iguais ou superiores a 15 dias contam como um mês cheio.

O benefício máximo, equivalente a 12 meses de trabalho, é de um salário mínimo (R$ 1.212).

Calendário de pagamentos

  • PIS (setor privado)
  • Pasep (servidores públicos)

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Petrobras anuncia redução de 2% do preço do gás natural para as distribuidoras - G1

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