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Saturday, November 26, 2022

Black Friday: fez uma compra e se arrependeu? Veja o que fazer - Globo.com

Clientes compram na Região da Rua da 44 durante a Black Friday em Goiânia, Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Clientes compram na Região da Rua da 44 durante a Black Friday em Goiânia, Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Quem nunca fez uma compra por impulso? Na Black Friday, celebrada na última sexta-feira (25), muita gente pode ter caído nessa cilada – e se arrependido.

A boa notícia é que, em muitos casos, o consumidor arrependido pode ter direito ao cancelamento da compra. Há possibilidade ainda de troca e prazo para reclamações e para soluções referentes a produtos com defeito.

"Nas relações de consumo existe uma série de obrigações do fornecedor com o consumidor, que devem ser cumpridas rigorosamente. Se não houver cumprimento, é possível entrar em contato com os órgãos de proteção ao consumidor ou até ingressar com ação por danos morais", afirma Afonso Morais, sócio fundador da Morais Advogados Associados.
A família Callisaya viajou da Bolívia até São Paulo para aproveitar a Black Friday — Foto: Celso Tavares/ g1

A família Callisaya viajou da Bolívia até São Paulo para aproveitar a Black Friday — Foto: Celso Tavares/ g1

Veja orientações de especialistas em caso de problemas depois das compras:

Me arrependi. E agora?

De acordo com Ana Carolina Makul, advogada especialista em Direito do Consumidor, o Código de Defesa do Consumidor assegura o direito de arrependimento pelas compras realizadas à distância.

A legislação garante que no prazo de 7 dias, contados do recebimento do item ou da contratação, o cliente pode cancelar qualquer compra de produto ou de serviço realizada por telefone, pela internet ou a domicílio.

‘’Porém, por falta de previsão em lei, a prerrogativa do arrependimento não vale para compras realizadas presencialmente’’, destaca.

No caso das compras feitas à distância, o consumidor pode se arrepender por qualquer motivo: seja pelo fato de a qualidade do produto ou serviço não estar condizente com o ofertado, seja pela diferença do tamanho, da cor, do modelo ou, até mesmo, caso o cliente simplesmente não goste ou não queira mais o produto quando recebê-lo.

Assim, a desistência pode ser feita sem necessidade de justificativa. E o cancelamento deve ser feito sem qualquer custo para o consumidor, ressalta Afonso Morais, sócio fundador da Morais Advogados Associados.

"Se ocorrer a cobrança, o consumidor tem direito à devolução do valor em dobro e a uma indenização compensatória", diz Morais.

A empresa é obrigada a oferecer a opção de devolver o dinheiro, mas não está proibida de apresentar outras alternativas como a troca por outro produto ou um vale-compra com o mesmo valor da mercadoria devolvida.

Para a devolução, o produto deve estar em perfeitas condições e não ter sido usado. O consumidor deve mandar o produto a ser devolvido pelos Correios e quem paga pela despesa do envio é a loja – desde que seja respeitado o prazo de 7 dias após o recebimento da mercadoria.

E se a compra foi em lojas físicas?

A loja física só é obrigada a trocar o produto em caso de defeito. No entanto, os lojistas adotaram a prática de fazer a troca em qualquer caso por uma liberalidade no setor comercial devido à concorrência.

"Para compras realizadas diretamente nas lojas físicas, a devolução do valor apenas seria possível por mera liberalidade do vendedor, ou também por meio de acordo ou contrato firmado entre o comprador e o vendedor. De qualquer forma, normalmente algumas lojas físicas permitem a troca de um produto por outro no prazo 30 dias", explica Ana Carolina.

Se o estabelecimento se comprometer a fazer a troca, terá de fazê-la. Geralmente o aviso da troca é colocado em cartaz, na nota fiscal ou na própria etiqueta do produto. A loja pode pedir a nota fiscal ou que seja mantida a etiqueta no produto para fazer a troca.

Segundo os advogados, o estabelecimento não é obrigado a trocar uma peça de roupa que não serviu, por exemplo, mas pode ser feita como um gesto de cortesia para fidelizar o cliente. A troca só é obrigatória se a peça apresentar algum defeito de fabricação.

A advogada ressalta que no caso de compra pela internet de um serviço contínuo, como cursos, por exemplo, normalmente existe uma previsão de multa contratual para o caso de desistência do aluno.

Como cancelar a compra?

O procedimento padrão para cancelar o contrato de compra realizada pela internet é simplesmente manifestar o arrependimento dentro do prazo de 7 dias.

“Essa manifestação pode se dar por e-mail ou pelo site da compra. É interessante guardar comprovantes das tratativas para, caso haja negativa na devolução integral do valor, seja possível ingressar com um processo judicial”, pontua a especialista.

O que fazer em caso de recusa?

Ana Carolina explica que se houver a recusa do cancelamento da compra, o melhor caminho será fazer reclamações em entidades de defesa do consumidor.

“Uma boa alternativa para tentar resolver o problema é fazer reclamações no Reclame Aqui, no consumidor.gov ou no Procon. Se mesmo assim a questão não for resolvida, o consumidor poderá entrar com um processo judicial no Juizado Especial ou buscar o auxílio de um advogado, que também poderá ingressar com a ação”, diz.

A especialista alerta que qualquer providência do vendedor que não seja a devolução integral do valor incidirá em descumprimento das normas do Código de Defesa do Consumidor.

“Se a compra foi realizada à distância e a manifestação sobre o arrependimento se der no prazo de 7 dias, a devolução parcial do valor ou a exclusiva possibilidade de trocar o produto será ilegal. No caso de compra presencial, dependerá do que prevê o contrato realizado entre as partes”, aponta.

E se o produto veio com defeito?

Mesmo que o produto seja mais barato, ele não pode estar com defeito, observa Morais. "Assim, é interessante se atentar às obrigações relativas à substituição ou reparação do produto ou serviço defeituoso pelas empresas".

Segundo o advogado, o prazo para exigir a reparação dos defeitos aparentes e de fácil constatação é de 30 dias, caso o produto ou serviço adquirido seja não durável, como cosméticos e alimentos, e de 90 dias no caso de produto durável, como TV, computador e celular. Os prazos têm início a partir da entrega do produto ou da execução do serviço.

Já quanto aos vícios ocultos, os prazos são os mesmos e têm início a partir do momento em que ficar evidenciado o defeito do produto ou serviço. O vício oculto é uma falha do produto que não é percebida rapidamente nem com facilidade, pois o defeito só surge no decorrer do uso.

O advogado salienta que a reclamação deve ser feita nos prazos indicados, caso contrário, o consumidor perderá o direito de pedir reparação.

Se o problema não for resolvido no prazo estipulado, o consumidor pode escolher entre a substituição do produto, restituição do valor pago ou o abatimento proporcional do preço na compra de outro produto.

Já no caso de o consumidor decidir entrar com ação judicial, na busca de reparação dos danos causados nas compras, o prazo prescricional é de cinco anos, a partir do conhecimento do dano.

E se a entrega atrasar?

Não existe prazo definido para entrega dentro da lei do consumidor. Mas se a loja estipular um prazo, terá que cumprir. Por isso, é indicado que o consumidor acompanhe o andamento do pedido para, em caso de descumprimento do prazo, entrar em contato e chegar a um acordo.

Se o cliente pedir ressarcimento, a empresa não poderá negar a devolução do dinheiro. A loja pode oferecer ainda a possibilidade de trocar por outro produto de valor equivalente ou maior ou um vale-compra. O consumidor pode ainda pedir atualização monetária ou indenização por perdas e danos.

Por isso, é importante guardar todos os e-mails para comprovar o dia da compra, o prazo prometido pela empresa e as demais informações enviadas pela loja.

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Todos a Bordo - Neymar aumenta frota de aviões e tem novo jato de luxo; conheça o modelo - UOL Economia

O atacante Neymar Jr. recebeu um mimo antes de partir para a Copa do Qatar: Um novo avião. O jogador, que já é dono de outras duas aeronaves, passará a voar em um Falcon 900LX para até 14 passageiros.

O novo avião chega para aumentar a frota de aeronaves do titular da seleção, que já possui outros dois exemplares: Um jato Cessna Citation Sovereign e um helicóptero Airbus ACH145 "Batman", apelido que foi dado devido à personalização que o jogador pediu para a fabricante realizar, em homenagem ao personagem dos quadrinhos, TV e cinema.

Seu novo avião foi fabricado em 2011, e passou este mês para o nome da empresa do jogador, a Neymar Sport e Marketing Ltda.

O jato trimotor pode também ser configurado para levar seis pessoas em camas totalmente reclinadas.

Ele ainda dispõe de sistema de conectividade de alta velocidade, para que quem esteja a bordo se mantenha online durante o voo.

Com o Falcon 900LX, Neymar e seus acompanhantes poderão viajar do Brasil à Europa com, no máximo uma escala, dependendo do local de partida.

900LX - Dassault - Dassault

Interior do avião Dassault Falcon 900LX

Imagem: Dassault

Curiosidades

  • O avião que pertence a Neymar é um dos primeiros desse modelo a ser fabricado, ainda em 2011
  • Antes de vir ao Brasil, o avião era registrado na Ilha de Man, território do Reino Unido
  • Atualmente, o avião é objeto de um leasing, e a empresa de Neymar é considerada a operadora do Falcon, e não sua proprietária de fato, prática comum no mercado
  • No ano seguinte de sua fabricação, ele foi enviado para a China
  • Até chegar às mãos de Neymar, ele estava registrado em nome de uma empresa de offshore de investimentos de Hong Kong
  • O comprador pode escolher configurar o avião em até três ambientes, como uma cabine para os passageiros, um lounge e um quarto privativo
  • Além de banheiro, esse avião conta com uma cozinha para a preparação de alimentos durante o voo

Veja a ficha técnica

Fabricante: Dassault
Modelo: Falcon 900LX
Preço estimado: A partir de US$ 44 milhões (R$ 235,7 milhões) - Esse valor varia de acordo com fatores como ano de fabricação do avião, tempo de uso, interior escolhido, entre outros. Modelos mais antigos podem ser encontrados por US$ 20 milhões (R$ 107 milhões)
Autonomia: 8.800 km de distância sem precisar parar para reabastecer (depende do combustível e do peso transportado)
Velocidade máxima: Cerca de 920 km/h
Altitude máxima de voo: 15,5 km
Comprimento: 20,21 metros
Altura: 7,67 metros
Envergadura (distância de ponta a ponta da asa): 21,38 metros
Altura interna: Até 1,88 metro
Largura interna: Até 2,34 metros
Comprimento interno: 10,1 metros
Peso máximo de decolagem: 22,2 toneladas

900LX - Dassault - Dassault

Interior do avião Dassault Falcon 900LX configurado com cama para maior conforto dos passageiros

Imagem: Dassault

Helicóptero do Batman

Com preço estimado em R$ 50 milhões, o helicóptero Airbus ACH145 do jogador possui a matrícula PP-NJR, em alusão ao seu nome.

Ele chama a atenção por onde passa não só pela sua beleza, mas pela decoração, fora do padrão para executivos e adultos em geral.

Todo preto, o interior da aeronave possui o logo do Batman, a personagem dos quadrinhos que ganhou vida nas telas da TV e do Cinema.

helicóptero neymar - UOL - UOL

Helicóptero do Neymar com detalhes em alusão ao personagem Batman

Imagem: UOL

Esse helicóptero foi adquirido novo, ainda em 2019, diretamente da fabricante, a Helibras, braço da Airbus no Brasil.

O modelo tem capacidade para transportar até nove passageiros, mas o "Batman" fica configurado para transportar menos pessoas, de maneira mais confortável. A aeronave ainda pode operar por instrumentos à noite e voar por até quatro horas sem precisar parar para reabastecer.

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Friday, November 25, 2022

Veja fotos da Black Friday no mundo - Globo.com

A Black Friday é celebrada nesta última sexta-feira (25) de novembro e é marcada por uma série de ofertas do varejo em compras físicas ou online. Consumidores de diversos países aproveitam as promoções.

África do Sul

Consumidores aproveitam os descontos na Cidade do Cabo, na África do Sul. — Foto: Esa Alexander/ Reuters

Consumidores aproveitam os descontos na Cidade do Cabo, na África do Sul. — Foto: Esa Alexander/ Reuters

Consumidores aproveitam os descontos da Black Friday para comprar TVs e outros produtos. — Foto: Esa Alexander/ Reuters

Consumidores aproveitam os descontos da Black Friday para comprar TVs e outros produtos. — Foto: Esa Alexander/ Reuters

Estados Unidos

Consumidores aproveitam descontos da Black Friday em Nova York, nos Estados Unidos. — Foto: Jeenah Moon/ Reuters

Consumidores aproveitam descontos da Black Friday em Nova York, nos Estados Unidos. — Foto: Jeenah Moon/ Reuters

Consumidores fazem fila para entrar em lojas durante a Black Friday em Nova York, nos Estados Unidos. — Foto: Yuki Iwamura/ AFP

Consumidores fazem fila para entrar em lojas durante a Black Friday em Nova York, nos Estados Unidos. — Foto: Yuki Iwamura/ AFP

Consumidores aguardam pela abertura das lojas para aproveitar os descontos da Black Friday no estado de Kentucky, nos Estados Unidos. — Foto: Bryan Woolston/ Reuters

Consumidores aguardam pela abertura das lojas para aproveitar os descontos da Black Friday no estado de Kentucky, nos Estados Unidos. — Foto: Bryan Woolston/ Reuters

Estabelecimentos oferecem descontos nesta sexta-feira (25) — Foto: Celso Tavares/ g1

Estabelecimentos oferecem descontos nesta sexta-feira (25) — Foto: Celso Tavares/ g1

Consumidores já aproveitavam descontos em TVs desde quinta-feira (24); alguns estabelecimentos têm anunciado ofertas desde o início do mês — Foto: Miguel Schincariol/AFP

Consumidores já aproveitavam descontos em TVs desde quinta-feira (24); alguns estabelecimentos têm anunciado ofertas desde o início do mês — Foto: Miguel Schincariol/AFP

Consumidores avaliam descontos oferecidos durante a Black Friday em Paris, na França. — Foto: Emmanuel Dunand / AFP

Consumidores avaliam descontos oferecidos durante a Black Friday em Paris, na França. — Foto: Emmanuel Dunand / AFP

Consumidores fazem compras durante a Black Friday em Paris, na França. — Foto: Emmanuel Dunand / AFP

Consumidores fazem compras durante a Black Friday em Paris, na França. — Foto: Emmanuel Dunand / AFP

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Elon Musk anuncia verificações douradas e cinzas no Twitter; selo azul será relançado - Globo.com

Thursday, November 24, 2022

IPCA-15: indicador fica em 0,53% em novembro - Globo.com

Alimentação pesou no IPCA-15 de novembro, diz IBGE — Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Alimentação pesou no IPCA-15 de novembro, diz IBGE — Foto: Paulo Whitaker/Reuters

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado a prévia da inflação oficial do país – ficou em 0,53% em novembro, informou nesta quinta-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador ficou 0,37 ponto percentual acima do resultado de outubro (0,16%).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 5,35% e, em 12 meses, de 6,17%, abaixo dos 6,85% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2021, a taxa foi de 1,17%.

Todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram variação positiva em novembro, com exceção de Comunicação, que apresentou estabilidade. Os maiores impactos vieram de Alimentação e bebidas e Saúde e cuidados pessoais, seguidos por Transportes.

Veja a variação de mensal de todos os grupos pesquisados:

  • Alimentação e bebidas: de 0,21% para 0,54%
  • Habitação: de 0,28% para 0,48%
  • Artigos de residência: de -0,35% para 0,54%
  • Vestuário: de 1,43% para 1,48%
  • Transportes: de -0,64% para 0,49%
  • Saúde e cuidados pessoais: de 0,80% para 0,91%
  • Despesas pessoais: de 0,57% para 0,27%
  • Educação: de 0,19% para 0,05%
  • Comunicação: de -0,42% para 0,00%

Alimentação e saúde puxam alta

De acordo com o IBGE, o grupo Alimentação e bebidas teve aumento expressivo na passagem de outubro (0,21%) para novembro (0,54%), puxado pelos alimentos para consumo no domicílio (0,60%).

Outros destaques ficaram com os aumentos nos preços do tomate (17,79%), da cebola (13,79%) e da batata-inglesa (8,99%). Além disso, os preços das frutas subiram 3,49%, contribuindo com 0,04 p.p. no resultado do mês. No lado das quedas, destaque para o leite longa vida (-6,28%), cujos preços já haviam recuado em outubro (-9,91%).

A alimentação fora do domicílio variou em patamar semelhante (0,40%) à do mês anterior (0,37%), com a refeição subindo 0,36%, enquanto o lanche aumentou 0,54% - ante altas em outubro de 0,44% e 0,23%, respectivamente.

Já no grupo Saúde e cuidados pessoais, que passou de 0,80% para 0,91%, os destaques foram os itens de higiene pessoal (1,76%), principalmente os produtos para pele (6,68%) e os planos de saúde (1,21%).

Gasolina tem maior impacto individual

Em Transportes, os combustíveis voltaram a ter variação positiva (2,04%) após cinco meses consecutivos de quedas.

Enquanto em outubro os preços da gasolina recuaram 5,92%, neste mês eles subiram 1,67%, contribuindo com o maior impacto individual no índice do mês (0,08 p.p.).

Além disso, os preços do etanol (6,16%) e do óleo diesel (0,12%) também subiram. O gás veicular (-0,98%) foi o único a apresentar queda entre os combustíveis pesquisados.

Já os preços das passagens aéreas caíram 9,48% em novembro, ante alta de 28,17% no mês anterior. Assim, as passagens contribuíram com o impacto negativo mais forte no índice de novembro. Transportes por aplicativo (-1,04%) e automóveis usados (-0,82%) também se destacaram.

Aluguel e luz puxam variação em habitação

A aceleração do grupo Habitação veio principalmente das altas do aluguel residencial (0,83%) e da energia elétrica (0,44%).

As variações dos preços da energia elétrica foram de -0,63% em Belém até 7,44% em Brasília, onde houve reajuste de 21,54% nas tarifas para os clientes residenciais de baixa tensão, a partir de 3 de novembro. Também houve reajustes de 5,35% em Goiânia (4,27%), a partir de 22 de outubro, e de 2,07% em uma das concessionárias de São Paulo (-0,38%), desde 23 de outubro.

A alta da taxa de água e esgoto (0,55%) se deve aos reajustes tarifários no Rio de Janeiro (2,59%) e em Porto Alegre (2,94%). Na primeira, o reajuste de 11,82% passou a vigorar em 8 de novembro; na segunda, houve reajuste de 13,22% em uma das concessionárias, aplicado a partir de 29 de setembro.

No grupo Vestuário (1,48%), todos os itens pesquisados tiveram alta, à exceção das joias e bijuterias (-0,04%). As principais contribuições vieram das roupas femininas (1,93%) e dos calçados e acessórios (1,44%).

Recife e Brasília têm maior alta

Em relação aos índices regionais, os preços de todas as regiões pesquisadas tiveram variações positivas.

As maiores altas ocorreram em Recife (0,78%), com avanço de 4,97% nos preços da gasolina (4,97%), e em Brasília (0,78%), onde pesou o aumento da energia elétrica (7,44%).

Já a menor variação foi registrada em Curitiba (0,11%), em função das quedas nos preços das carnes (-3,05%) e das passagens aéreas (-8,27%).

Veja a variação em todas as regiões pesquisadas:

  • Recife: de 0,36% para 0,78%
  • Brasília: de 0,56% para 0,78%
  • Goiânia: de 0,56% para 0,66%
  • Porto Alegre: de 0,28% para 0,61%
  • Salvador: de 0,05% para 0,60%
  • São Paulo: de 0,15% para 0,56%
  • Belo Horizonte: de -0,04% para 0,55%
  • Rio de Janeiro: de 0,20% para 0,44%
  • Fortaleza: de 0,09% para 0,42%
  • Belém: de 0,18% para 0,40%
  • Curitiba: de -0,24% para 0,11%

Entenda o IPCA-15

O IPCA-15 difere do IPCA, a inflação oficial do país, somente no período de coleta e na abrangência geográfica. Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de outubro a 14 de novembro de 2022 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 15 de setembro a 13 de outubro de 2022 (base).

O IPCA-15 refere-se a famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

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Black Friday: veja dicas para pesquisar preços e economizar - Globo

Wednesday, November 23, 2022

Safra compra o Banco Alfa em negócio de R$ 1,03 bilhão - Estadão

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O Banco Safra anunciou na noite desta quarta-feira, 23, a compra do Conglomerado Financeiro Alfa, pelo valor de R$ 1,03 bilhão. O anúncio da aquisição foi feito em conjunto pelas duas instituições, que estão entre as mais tradicionais do País.

Com quase 100 anos de história, o Conglomerado Financeiro Alfa teve origem com o Banco da Lavoura de Minas Gerais, criado em 1925, posteriormente renomeado para Banco Real na década de 1970.

Sede do banco Safra na Avenida Paulista, em São Paulo; banco comprou o conglomerado Alfa
Sede do banco Safra na Avenida Paulista, em São Paulo; banco comprou o conglomerado Alfa Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Após a venda do Banco Real ao ABN Amro, em 1998, o banqueiro Aloysio de Andrade Faria (falecido em 2020), criou o Conglomerado Financeiro Alfa, para fornecer serviços financeiros e de seguros.

Já o Banco Safra, que é parte do Grupo J. Safra, fundado por Joseph Safra, é um dos maiores bancos privados do Brasil. Com mais de 180 anos e presente em 27 países, o banco tem 10,5 mil funcionários e atuação nos segmentos pessoa física e jurídica. A instituição possui patrimônio líquido de R$ 15,5 bilhões, total de ativos de R$ 270 bilhões e recursos captados e administrados de R$ 300 bilhões.

No comunicado da operação, David Safra disse que “a transação é um marco na história do banco no Brasil. Serão beneficiados clientes, funcionários e acionistas do Conglomerado Financeiro Alfa e do Banco Safra. Compartilhamos valores, visão de longo prazo e paixão por trabalhar, isso nos dá enorme confiança na sintonia e sucesso dessa operação”.

Também na nota, o presidente do Banco Safra, Silvio de Carvalho, disse em nota que a aquisição marca “um novo capítulo da nossa história, combinando nossa tradição secular de segurança com empreendedorismo e foco na busca de resultados”.

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O CEO do Conglomerado Financeiro Alfa, Fábio Amorosino, classificou a compra como “uma transação histórica no mercado financeiro brasileiro”. “Temos a convicção de que a operação entre os dois bancos seculares, fruto de trajetórias empreendedoras de sucesso e baseados em valores comuns, potencializará a qualidade, perenidade e excelência que sempre oferecemos aos nossos clientes e colaboradores”, disse.

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Petrobras anuncia redução de 2% do preço do gás natural para as distribuidoras - G1

1 de 1 Edifício-sede da Petrobras, no centro do Rio — Foto: Marcos Serra Lima/g1 Edifício-sede da Petrobras, no centro do Rio — Fot...