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Monday, April 24, 2023

Haddad fala em “abrir a caixa-preta de renúncias fiscais” - O Antagonista

Haddad fala em “abrir a caixa-preta de renúncias fiscais”

Foto: Adriano Machado/O Antagonista

Fernando Haddad (PT, foto) afirmou ao Estadão que o Ministério da Fazenda está elaborando com a Advocacia Geral da União (AGU) a divulgação de uma lista de “CNPJ por CNPJ” das empresas que atualmente são beneficiadas por renúncias e subsídios, chamados de “gastos tributários”. O petista disse que o objetivo da medida é abrir a caixa-preta de renúncias fiscais.

Segundo o ministro, o valor que o governo abre mão de arrecadar produz rombo de R$ 600 bilhões no Orçamento. Haddad acrescentou que a meta do Planalto é cortar R$ 150 bilhões desses benefícios. “Só estamos pagando R$ 700 bilhões de juros porque estamos pagando R$ 600 bilhões de renúncia. É simples assim“, disse o petista.

Haddad também afirmou que o governo não vai mexer no Simples nem retomar a cobrança de tributos sobre a folha de pagamento das empresas – esses benefícios foram adotados durante gestões petistas. Segundo ele, o assunto será discutido com representantes de setores que serão afetados pelas medidas.

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Sunday, April 23, 2023

Varejista entra com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos - Money Times

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Varejista entra com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos - Money Times
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Ifood GRATUITO para clientes Nubank? Saiba como funciona a novidade - PronaTEC

Os consumidores brasileiros estão sendo contemplados com uma série de novidades envolvendo as transações digitais. Isto é, atualmente, a grande maioria das pessoas utiliza as transações digitais para o envio e recebimento de dinheiro, realização de compras, pagamento de contas, entre diversas outras coisas.

A popularidade dessas transações é dada justamente em razão da facilidade proposta, isto é, pelo fato de ter-se tudo o que precisa através de alguns cliques. Desse modo, ainda considerando as instituições digitais, o Nubank funciona como um dos bancos mais utilizados pelos consumidores brasileiros.

Para garantir uma boa experiência aos clientes, bem como chamar a atenção de novos usuários, o Nubank está constantemente fornecendo novas ferramentas através do seu app. A novidade da vez, portanto, não envolve somente o Nubank, mas também o Ifood.

Assim sendo, vale entender qual a nova atualização proposta e porque os clientes do Ifood também estão comemorando a novidade.

Ifood gratuito
Nova atualização da fintech / Crédito: @jeanedeoliveirafotografia / pronatec.pro.br

Entenda a novidade surpreendente do Nubank

No momento atual, milhões de cidadãos brasileiros possuem uma conta no aplicativo Nubank. A fintech ganha dia após dia o coração dos consumidores, considerando as diversas transações dispostas. Além disso, o Nubank também é um dos bancos digitais com maior facilidade par fornecer limite de crédito.

Assim sendo, uma recente novidade da fintech deu o que falar entre os consumidores nacionais. Agora, aqueles que possuem uma conta no banco digital podem contar com dois tipos de limite de crédito diferentes, o que possibilita diversas compras.

Para melhor entender, de forma mais específica, o Nubank está ofertando um limite extra para seus clientes. Esse limite permite realizar compras via Pix parcelado pelo cartão de crédito, bem como o pagamento de boletos, também utilizando o cartão.

Exemplificando, agora, é possível contar com um limite X para o cartão de crédito em si, e um limite Y para o Pix parcelado e o pagamento de boletos. Quando o cliente opta pelo uso desse limite Y, o valor não é descontado do limite principal.

Sugestões para você

Contudo, essa não é a única novidade envolvendo esse limite extra. Isto é, é possível contar com outra atualização envolvendo o Ifood, e é justamente essa novidade que está chamando a atenção dos consumidores.

Veja também: Golpe da invasão saca dinheiro das contas do Nubank: CUIDADO, veja como se proteger

Ifood grátis para quem tem conta na fintech? Entenda!

Bem, antecipadamente, cabe pontuar que a novidade também envolve esse limite extra. De acordo com as informações dispostas pelo Nubank, agora, os clientes também podem realizar compras no Ifood sem gastar o limite do cartão de crédito.

Ou seja, na verdade, as compras não são gratuitas, porém, não descontam do limite principal. Assim sendo, quando um cliente que conta com o limite X de R$ 1.200, por exemplo, e o limite Y de R$ 500, decide realizar uma compra de R$ 50 no Ifood, ele ainda terá R$ 1.200 no limite principal, além de R$ 450 no secundário.

Ademais, para ter acesso ao limite extra, é necessário ter crédito aprovado com a fintech. Outro ponto importante é que o limite pode variar mês após mês, a depender unicamente do relacionamento do cliente com o Nubank, levando em conta o pagamento de faturas, entre outros critérios.

Por fim, também é possível solicitar o aumento do limite. Para isto, basta acessar o aplicativo oficial Nubank (bityli.com/vENGmP) e selecionar “Evolução de Limite”.

Veja também: LIBERADO: clientes conseguem liberar R$ 200,00 através de recurso no Nubank

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Saturday, April 22, 2023

Cliente de MS faz BO após ameaças de diretor de famosa plataforma de viagens - Campo Grande News

Após sofrer ameaças e ter dados pessoais expostos pelo CEO do Hurb (famosa plataforma de viagens), cliente de Mato Grosso do Sul procurou a Polícia Civil e registrou boletim de ocorrência por injúria e ameaça.

Morador em Campo Grande, o vendedor Miguel Nader Júnior, 32 anos, relatou que comprou pacotes de viagens, mas, diante de problemas, foi direcionado pela plataforma para um grupo de WhatsApp fechado, que reunia 963 participantes.

Na sequência, o diretor do Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, parou de responder sobre os cancelamentos e reembolsos. Porém, o cliente recebeu uma ligação do CEO, que disse que o consumidor era “marica, bundão e mentiroso”.

O diretor prosseguiu dizendo que sabia onde encontrar Miguel, pois tinha o seu endereço e que a “qualquer momento alguém poderia estar batendo na porta de sua residência”.

De acordo com o cliente, João ainda postou no grupo print com seus  dados pessoais, para quem quisesse “passar trote” na vítima. O boletim de ocorrência foi registrado na tarde de sexta-feira (dia 21) na Depac do Centro (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), em Campo Grande.

A reportagem teve acesso a áudio da ligação. João repete a palavra “bundão” por várias vezes, diz que nem em sonho o cliente construiria uma empresa como a Hurb, que a viagem ficaria para 30 de fevereiro de 2026 (data inexistente). O homem ainda pergunta a outra pessoa o que o cliente ganhou. A resposta foi que ganhou “uma coisa mole que se botar a mão fica dura”.

Chamada – Ao Campo Grande News, Miguel disse que recebeu a ligação nos primeiros minutos de sexta-feira (dia 21) e tinha o contato de João salvo por já ter falado com ele no passado.

“Ele estava reclamando de eu estar reclamando das coisas que estão acontecendo na Hurb”, diz. O cliente conta que tem quatro pacotes e que precisou remarcar um com destino ao Egito. “Tenho outra viagem para novembro, mas não tenho certeza se será cumprida”.

Após o telefonema, ele conta que o próprio diretor postou os vídeos com a ligação no grupo de WhatsApp, além dos dados pessoais de Miguel: CPF, telefone, e-mail, número de cartão. “No grupo, as pessoas começaram a alertar que eram dados pessoais”, diz Miguel.

Apesar do alerta, João responde que “eh pra quem quiser passar trote” e “sorry, that’s who I am” (desculpa, é assim que eu sou).

De acordo com a coluna Capital, do O Globo, os problemas na plataforma de viagens se avolumaram nos últimos tempos, com a conta de pacotes por entregar e diárias de hotéis atrasados somando R$ 140 milhões.  A exposição de dados de clientes é crime e, pela Lei Geral de Proteção de Dados, pode gerar multa de até 2% do faturamento da empresa.

Em nota enviada ao Capital, a Hurb, empresa brasileira que está no mercado há mais de 12 anos, lamentou o ocorrido. "A companhia sempre prezou pela transparência e a relação de confiança que tem com os seus viajantes. Guiada pelo valor primordial de ser uma empresa feita de pessoas para pessoas e pela missão de democratizar viagens através da tecnologia, reforça que continuará colocando seus clientes e stakeholders sempre em primeiro lugar".

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Friday, April 21, 2023

Campos Neto responde Pacheco sobre redução de juros: ‘Timing técnico é diferente do político’ - Estadão

ENVIADO A LONDRES - No momento mais aguardado do Lide Brazil Conference em Londres, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, respondeu nesta sexta-feira, 21, à “súplica” feita ontem pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) pela redução “imediata” da taxa de juros.

“O Banco Central é um órgão técnico, que toma decisões baseadas em critérios técnicos. O timing técnico é diferente do timing político”, disse. “Por isso que a autonomia (do BC) é importante: para dar à sociedade a garantia de que a gente tem funcionários técnicos e que tomamos decisões sem viés político”.

Em sua palestra na manhã de ontem no evento do Lide com empresários e autoridades em Londres, Pacheco fez coro às pressões do PT e do Palácio do Planalto pela redução da taxa de juros, que está em 13,75%. Antes da fala de Campos Neto nesta sexta-feira, Pacheco voltou a falar na “reivindicação” e “súplica” do Senado para que se reduza a taxa de juros.

Campos Neto e Pacheco em evento do Lide em Londres Foto: Divulgação/Lide

No debate após sua fala, Campos Neto foi questionado se a autonomia do Banco Central estaria sob risco e minimizou a pressão do governo federal. “O debate sobre juros é normal. A autonomia do Banco Central não está em risco”, respondeu.

O presidente do BC voltou a elogiar o projeto de arcabouço fiscal, enviado na terça-feira pelo governo ao Congresso. “O arcabouço fiscal está na direção certa. É preciso trabalhar a comunicação. Pode ser que tenham reparos e melhorias no Congresso”, opinou.

O tema do arcabouço uniu os presidentes do Senado e do Banco Central. Rodrigo Pacheco disse que o projeto enviado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi recebido com “otimismo” no Senado. “A linha apresentada pelo ministro Fernando Haddad agradou de sobremaneira a maioria dos líderes que compõem o Senado Federal”, comentou Pacheco. “Eu devo reconhecer que o teto de gastos foi muito útil para sustentar o Brasil em crises agudas. Mas chegou o momento de haver a substituição do teto de gastos”.

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Presidente do BC defendeu manutenção da taxa de juros

O presidente do Banco Central fez um discurso amparado em números, no qual defendeu com veemência o sistema de metas de inflação e a autonomia do BC. “O anseio pela queda de juros é político, mas nosso trabalho é técnico”, afirmou Campos Neto.

O dirigente lembrou que a Argentina aumentou sua meta e a taxa de juros caiu, mas a inflação disparou. Segundo Campos Neto, se o Banco Central não tivesse aumentado a taxa de juros na eleição, hoje a inflação seria de 18,75%. “Quando a inflação sai do controle, as empresas e o ricos se adaptam, mas os pobres não. Inflação é desigualdade e aumento de pobreza. Quem tem menos recursos não consegue se proteger”, afirmou.

O economista frisou que, se for feito um ajuste de juros “sem as condições”, o resultado pode ser “desastroso” para o crédito. “Países que abandonaram o sistema de meta entraram num sistema inflacionário muito alto”, completou.

Veja a fala de Campos Neto abaixo:

*O repórter viajou a convite do Lide

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Governo dobrará valor que bancos não podem tomar de superendividados - Metrópoles

O Ministério da Fazenda anunciou que vai aumentar o “mínimo existencial”, valor que não pode ser tirado dos cidadãos superendividados para quitar dívidas.

Caso as dívidas deixem a pessoa com um restante menor que esse “mínimo existencial”, ela é considerada superendividada.

Segundo o ministério, o mínimo, que atualmente é de R$ 303, vai aumentar para R$ 600, mesmo valor do novo Bolsa Família.

A mudança faz parte de 13 medidas para estimular o mercado de crédito e impulsionar parcerias público-privadas em estados e municípios, divulgadas nesta quinta-feira (20/4).

O secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, disse que o decreto de alteração do mínimo existencial está em processo de elaboração e sua assinatura pelo presidente da República é “questão de poucas semanas”.

No texto com a explicação de cada medida, também é incentivada a realização de mutirões de repactuação de dívidas pela União, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Antes dessa definição pelo aumento do “mínimo existencial” para R$ 600, havia uma outra proposta, não acatada, de não fixar um valor e deixar a avaliação de cada caso concreto pelo Judiciário.

A Fazenda disse esperar, com a adoção da medida, a ampliação da proteção aos superendividados no processo de concessão de crédito, sem ao mesmo tempo afastar os consumidores de boa-fé do mercado formal de crédito. A ideia é proteger esses últimos consumidores através de práticas de crédito responsáveis, assim como auxiliá-los em possíveis processos de conciliação de dívidas.

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Thursday, April 20, 2023

Varejo apoia digital tax sobre importações do comércio eletrônico - Portal EBC

O presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Jorge Gonçalves Filho, disse hoje (20), em São Paulo, que as empresas do setor consideram como um "primeiro passo" positivo o plano para cobrar impostos das importações das plataformas digitais estrangeiras, sugerido no início da tarde pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad

Segundo o ministro, o Brasil poderá seguir uma solução adotada por alguns países - conhecida como digital tax (impostos digitais) - para taxar produtos importados de varejo. A taxa é declarada pelo vendedor no país de origem do produto e recairá sobre a empresa vendedora e não sobre o consumidor final. Dessa forma, o imposto de importação é cobrado na origem e não na chegada [da mercadoria] ao Brasil.

"Hoje, quando a mercadoria chega ao Brasil e passa por uma fiscalização [e é taxada], o consumidor tem que pagar aquele imposto [que inicialmente não estava previsto]. Agora, isso vai passar a ser de uma forma transparente. Vai estar tudo no preço [inicial], e o preço, se é competitivo, ótimo", disse o presidente do IDV.

"Então, essa é uma medida que, parece-nos, vai ser um primeiro passo que nós vamos apoiar, que é tornar com que o imposto seja pago na transação [inicial]", acrescentou.

Regras idênticas

Jorge Gonçalves, que se reuniu com Haddad durante a tarde, afirmou que o plano do governo é fazer com que tanto as empresas estrangeiras vendedoras de varejo  como as nacionais trabalhem sob as mesmas regras.

"O ministro mencionou que, pela manhã, tinha falado com uma dessas plataformas [estrangeiras], que vai ter um plano de adequação desse tipo de comércio. Vai ter um plano de adequação, todos no país vão trabalhar sob as mesmas as regras. Ou seja, nós podemos ter a perspectiva de que a competição vai ser mais justa. Isso é muito bom, entendemos que é um passo importante", destacou.

Ele avaliou que não haverá aumento da carga tributária, mas apenas uma mudança na forma de cobrar o imposto de importação.

"Ao nosso ver, não tem nenhum aumento de carga, nem para o consumidor, nem para a empresa. Simplesmente, vamos seguir o que está estabelecido. O nosso competidor lá fora pode praticar o preço que quiser. Se ele quiser incluir [o imposto] no preço, que ele já deveria estar pagando, ótimo" salientou.

Preço

O presidente do IDV disse, ainda, que apresentou uma série de sugestões do setor para apreciação do ministro, e que o instituto foi convidado a participar do grupo de trabalho do governo que discute o tema.

"Além do preço, que é o mais visível para o consumidor, o tema envolve a questão, por exemplo, do produto ter certificação. Aqui no Brasil, se a gente compra um brinquedo, aquele brinquedo passou pelo selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), passou pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), tem vários pontos e nós vamos trabalhar para que o país seja um país aberto", finalizou.

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Petrobras anuncia redução de 2% do preço do gás natural para as distribuidoras - G1

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